SaaS ou On-Premise: o fim de um mito infundado

Search for a command to run...

No comments yet. Be the first to comment.
O SaaStr Annual 2023 é uma referência no cenário da tecnologia em nuvem, destacando-se como o maior evento de sua categoria em todo o mundo. O encontro reúne anualmente mais de 12.500 executivos, fundadores e investidores do setor SaaS e cria um espa...

No acelerado mundo das startups, cada passo dado é vital para o sucesso futuro. Desde o momento em que uma ideia surge até o lançamento de um produto no mercado, a jornada é repleta de desafios. Uma peça fundamental nesse quebra-cabeça é a escolha d...

A migração de sistemas para a cloud tem sido uma estratégia adotada por diversas empresas para ganhar escalabilidade, flexibilidade e fácil acesso aos dados. Nesse contexto, surge o FinOps - uma abreviação de Financial Operations. Este é um conceito ...
![O que é FinOps: como otimizar custos de cloud e infraestrutura digital [VERSÃO REDUZIDA]](/_next/image?url=https%3A%2F%2Fcdn.hashnode.com%2Fres%2Fhashnode%2Fimage%2Fupload%2Fv1689365697155%2Fdb41e005-1e30-47f3-a6e1-205399b02921.png&w=3840&q=75)
A migração de sistemas para a cloud tem sido uma estratégia adotada por diversas empresas para ganhar escalabilidade, flexibilidade e fácil acesso aos dados. FinOps - uma abreviação de Financial Operations - é um conceito que surgiu da necessidade de...

bohr.io - a platform where developers can deploy their front and backend applications most easily ever, and startups can contract those developers to reduce the costs of digital product development - is taking a significant step toward expansion. We ...

O dilema SaaS ou on-premise traz uma ideia equivocada sobre a terceirização de um software, ao invés da sua compra. Entenda o que é melhor para a sua empresa.
Se você quer implantar - ou até trocar - o sistema da sua empresa, invariavelmente acabará topando com um dilema: SaaS ou on-premise.
Traduzindo:
Seria melhor assinar o serviço e deixar o gerenciamento nas mãos da empresa fornecedora ou comprá-lo e passar essa responsabilidade para a sua equipe de TI?
Este artigo vai apontar as principais diferenças entre os dois sistemas e esclarecer um mito infundado, o qual você talvez já tenha ouvido falar ou até acreditado nele.
Antes de mais nada, vamos esclarecer o funcionamento de cada um.
A sigla **SaaS **vem de Software as a Service (Software como Serviço). O nome é autoexplicativo: trata-se de um software online, também conhecido como cloud computing ou na nuvem, e é prestado como um serviço por empresas especializadas. Por ser um serviço, o acesso a ele se dá por meio de assinatura, e não da compra do software em si.
Já o on-premise é um software instalado (fisicamente ou via Cloud) no servidor da empresa que o compra. Por isso, ele é um produto, e não um serviço. Uma vez comprado, geralmente a responsabilidade pelo gerenciamento e a segurança dos dados em trânsito recai sobre a equipe de TI da empresa que o comprou.
Voltemos ao dilema:
É melhor comprar uma aplicação para poder chamá-la de ‘sua’, mesmo que isso implique uma série de cuidados constantes para o time de TI, ou contrair um custo mensal de assinatura, na qual a gestão do software - incluindo a responsabilidade pela segurança dos dados e as atualizações do sistema - fica nas mãos da empresa prestadora do serviço (que é especializada no assunto), liberando a sua força de trabalho para focar em outros projetos ou tarefas?
Resposta no final do artigo. Fique conosco. Mas antes, vamos enriquecer essa reflexão.
Os maiores interessados na segurança dos dados são a própria empresa contratante e seus colaboradores. Por isso, para alguns gestores, esse é um ponto positivo do sistema on-premise. O que é da casa fica em casa, e não nas mãos de terceiros.
O outro lado da moeda é justamente a insegurança no caso de algo dar errado. Nesse cenário, é bom contar com um parceiro prestador de serviço que seja extremamente cuidadoso com as informações e que tome conta da estratégia de recuperação de desastres (backups, criptografia, recuperação de dados perdidos etc.).
Sim, é verdade que o software on-premise oferece maior facilidade de customização, uma vez que ele é propriedade da empresa compradora e se encontra nos seus servidores.
Mas a troca do software on-premise, seja por insatisfação ou qualquer outro motivo, apresenta uma dificuldade operacional muito maior do que se fosse no sistema SaaS / Cloud.
Aqui entra uma interpretação equivocada, e que é adotada por muitos profissionais e gestores de negócios que envolvem tecnologia:
*O receio de se tornarem reféns do SaaS, pelo fato de, ao invés de comprarem o software e torná-lo sua propriedade, eles passam a contratá-lo de uma empresa fornecedora. *
Este raciocínio não tem fundamento, pois o que que acontece é exatamente o contrário:
É muito mais fácil para uma empresa trocar uma aplicação SaaS do que trocar uma aplicação on-premise. Isso a torna mais refém do on-premise que do SaaS.
Pense na força de trabalho que é acionada sempre que uma grande mudança precisa ser implementada - ou um problema ocorre - no sistema on-premise. É como se fosse uma bola de ferro e uma corrente presa aos pés do time de TI.
Para os gestores, esse pesadelo tem a cara da perda de produtividade. Quando a manutenção é responsabilidade local, há uma adequação forçada dos processos internos, os quais não foram idealizados para esse tipo de situação.
Esse engessamento dos processos, somado ao fato de que o software foi comprado (e a ideia de substituí-lo dói no bolso), faz com que várias empresas fiquem amarradas a serviços que, em muitos casos, já não representam mais a solução ideal. Essa é a verdadeira prisão.
Também é necessário fazer a seguinte reflexão:
*A facilidade da troca de sistema apresentada pelo SaaS coloca sobre os ombros da empresa fornecedora a responsabilidade de manter a qualidade dos seus serviços sempre elevada. Se deixar a desejar, simplesmente cai fora, pois é muito fácil ser substituída. *
Agora me diga: a sensação de prisão se aplica mais ao SaaS ou ao on-premise? 🤔
O time de profissionais do bohr.io é bastante rodado em aplicações web. Estamos neste mercado há mais de 10 anos e já atendemos clientes de variados segmentos, desde empresas de médio porte até grandes corporações.
Por isso, podemos dizer com segurança que, atualmente, o modelo SaaS se apresenta como a melhor opção para um sem número de modelos de negócios.
Além da facilidade de trocar o sistema em caso de insatisfação e da tranquilidade de saber que a prestadora do serviço se responsabiliza pelo bom andamento das coisas, conforme citamos acima, nós elencamos as principais vantagens do modelo SaaS / Cloud em cima do on-premise para embasar o seu processo de escolha:
Redução de custos, especialmente os relacionados à infraestrutura interna, uma vez que o software se encontra na nuvem.
Acesso à tecnologia de ponta e atualizações constantes incluídas na assinatura do serviço.
Alta disponibilidade, tanto do serviço quanto do suporte técnico, especialmente nos momentos críticos (aqui a sua equipe de TI agradece! 😍).
Implantações sem envolvimento da equipe interna de TI (aqui eles agradecem de novo!).
Implantação progressiva: permite implantações graduais, o que evita interrupções de serviços durante o processo (ponto para a experiência do usuário).
Sistemas operacionais e atualizações totalmente gerenciadas pelo provedor Cloud (olha a equipe de TI feliz de novo!).
Backups automáticos gerenciados pelo provedor Cloud.
Ferramentas de monitoramento e diagnóstico com sistema de notificações incluídas no pacote.
Facilidade de integração com outros sistemas.
Infraestrutura robusta, segura e confiável.
Os argumentos apresentados neste artigo são baseados em nossas experiências tanto com o SaaS quanto com o on-premise. O objetivo deste blog post é dar a você uma base conceitual sobre o assunto.
Caso queira aprofundar a conversa, deixe um comentário com as suas dúvidas. Responderemos com o maior prazer. 🙂